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'Tarifa subirá, mas mitigada', diz chefe da Sabesp

Reajuste autorizado pela Arsesp é de cerca de 6,11%


A Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo (Arsesp) aprovou um reajuste de 6,11% nas tarifas de água e esgoto a partir de 1º de janeiro de 2026 — este percentual corresponde à inflação medida pelo IPCA no período desde julho de 2024 até outubro de 2025.
A Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo (Arsesp) aprovou um reajuste de 6,11% nas tarifas de água e esgoto a partir de 1º de janeiro de 2026 — este percentual corresponde à inflação medida pelo IPCA no período desde julho de 2024 até outubro de 2025.

Esse reajuste é o primeiro desde a privatização da Sabesp, concluída em 2024.

Na prática, contas residenciais poderão ficar, em valores, entre R$ 0,39 e R$ 1,07 por metro cúbico mais caras, dependendo do consumo.

Mas não é “aumento real” segundo o governo

O governo de São Paulo e a Arsesp afirmam que não houve aumento real para o consumidor, porque o reajuste apenas repõe a inflação acumulada, sem acréscimo acima desse índice.

A tarifa atualizada em 2026 é cerca de 15% menor do que seria se a Sabesp ainda fosse estatal, segundo cálculos oficiais.

Ou seja, segundo o governo, o que foi aplicado foi correção inflacionária para manter o equilíbrio financeiro do serviço, e não uma elevação acima da inflação.

Desde a privatização, o modelo contratual prevê mecanismos de controle tarifário que limitam aumentos acima da inflação.

Esse reajuste é um fator importante porque impacta diretamente o valor cobrado dos consumidores nas contas de água e esgoto em mais de 370 municípios atendidos pela Sabesp no estado de São Paulo.

Apesar da discussão sobre ser aumento ou simples recomposição inflacionária, muitos usuários percebem isso como um custo maior na fatura mensal.


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